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Visita à CUTIPOL
Por Maria Teresa Portal Oliveira (Professora), em 2012/06/131025 leram | 0 comentários | 112 gostam
A Oficina de Jornalismo, a 28 de maio, visitou a Cutipol, uma das fábricas mais conhecidas no campo das cutelarias, tendo sido José Joaquim Ribeiro, seu administrador, quem nos acompanhou na visita às instalações
e explicou o motivo da fábrica ser mundialmente conhecida.
A fábrica começou por ser uma pequena empresa, fundada pelo seu pai e, mais tarde, há cerca de cinquenta anos, fez a Cutipol que resultou da junção de pequenas empresas que pretendiam chegar à exportação e vender no estrangeiro. Não tiveram grandes resultados e, há cerca de quarenta anos, ficou sozinho. A ajuda da mãe desde a primeira empresa, apesar de ter nove filhos, foi preciosa e, hoje, com oitenta anos, ainda trabalha na Cutipol.
Quando José Joaquim ( que pretendia ser arquiteto) e um irmão mais novo vieram para a Cutipol, a pedido do pai, começou a modernização e a aposta na qualidade e na inovação. E já fez trinta e seis anos que está na empresa.
Apostando na automatização, a Cutipol tem o dobro das máquinas em relação aos funcionários para não ter de mexer muito nas ferramentas (cortantes, moldes) que é uma tarefa morosa. É também a única fábrica que tem 100% de controlo de qualidade.
A Cutipol faz ainda talheres em ouro que são muito requeridos no Dubai e nos Emiratos Árabes Unidos.
No momento, trabalham quatro irmãos na empresa e têm lojas geridas por uma irmã licenciada em História da Arte.
Para já, o destino da empresa está na 3ª geração que ainda tem garra, mas há potencial nas camadas mais jovens para poder chegar à 4ª geração.
A empresa foi considerada por uma importante revista da especialidade entre as cinco empresas mais importantes do mundo em termos de design.
Recentemente, ganharam o Prix de l’Art de la Table 2010 e conquistaram o prémio internacional para os talheres da inauguração dos Jogos Olímpicos em Londres.
A Cutipol está representada em museus de Nova Iorque, Copenhaga,… e exporta para todo o mundo.
E José Joaquim Ribeiro deixou uma homenagem aos trabalhadores, a quem reconhece o valor e a competência e a quem conhece pelo nome sem exceção, pois há uma ligação direta da administração com o trabalhador, dada a ausência de quadros médios.



  
  
  
  
  
  
  
  
    
    
    
    
    
    
    
    
  

  

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