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E se fosse eu? Fazer a mochila e partir.
Por Maria Teresa Portal Oliveira (Professora), em 2016/04/18394 leram | 0 comentários | 98 gostam
A 6 de abril, os alunos trouxeram as suas mochilas respondendo ao desafio "E se fosse eu? Fazer a mochila e partir."
A Plataforma de Apoio aos Refugiados (PAR), em colaboração com a Direção-Geral da Educação (DGE), o Alto Comissariado para as Migrações, I.P. (ACM, I.P.) e o Conselho Nacional de Juventude (CNJ) lançaram o projeto “E se fosse eu? Fazer a mochila e partir”, uma iniciativa de sensibilização das crianças e dos jovens para as dificuldades pelas quais os refugiados passam para fugir da guerra, procurando proteção humanitária.
A ação decorreu no dia 6 de abril, ao primeiro tempo da manhã em todo o país, em todas as escolas, através de uma sessão no decurso da qual foi exibido um vídeo, mostrando o pouco que os refugiados transportam consigo. Neste dia, cada alunofoi desafiado a levar a sua mochila com os bens que transportaria se estivesse no lugar de um refugiado (através de imagens ou, se possível, em formato físico), devendo depois partilhar a razão das suas escolhas.
A PAR, com o apoio do ACM, I.P., enviou aos Agrupamentos de Escolas um cartaz e folhetos, também disponíveis em formato digital em http://www.esefosseeu.pt/, a fim de promover a iniciativa.
Com o intuito de apoiar as escolas e os docentes que pretendessem aderir à atividade, disponibilizou-se igualmente um guião com sugestões de abordagem e indicação de materiais de apoio.
Esta atividade teve por objetivo sensibilizar as crianças e os jovens para a realidade dos refugiados, promovendo assim o compromisso bem acolher quem procura proteção humanitária e concretizando os princípios de uma sociedade democrática e inclusiva.
O AET, no Dia do Agrupamento, vai realizar um exposição das “mochilas” propostas pelos nossos jovens.

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