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IST: a prevenção é o melhor tratamento
Por Maria Teresa Portal Oliveira (Professora), em 2015/08/10270 leram | 0 comentários | 109 gostam
Em maio, a enfermeira Elizabete da UCC Sol Invictus, falou com cada uma das turmas do 9ºano sobre “IST: a prevenção é o melhor tratamento”. Estes encontros ocorreram ou na sala de aula ou na biblioteca.
Usando as novas tecnologias, os alunos voltaram a ouvir falar de que, para além do VIH que está na origem da SIDA, existem outros agentes patogénicos que podem ser transmitidos durante a relação sexual (vírus, bactérias, parasitas unicelulares, fungos). Algumas destas infeções, por exemplo a hepatite B, a gonorreia ou o herpes, são mais frequentes que uma infecção pelo VIH e também podem ter consequências graves.
As IST são ainda “portas” para outras infeções.
Apesar da prática de sexo seguro, podem surgir algumas IST. Não se deve sentir envergonhado por estar infetado, o importante é saber que o está, pois a maioria das IST tratam-se ou curam-se quando são detetadas.
Sintomas diferentes, tanto nos homens como nas mulheres, podem significar que se contraiu uma IST, mas não necessariamente. É por esta razão que é necessário que se consulte um médico. Se o médico diagnosticar uma IST, é importante que informe o seu ou a sua parceiro/a. É a única forma de permitir que também ele/a se trate. Caso os dois parceiros não sejam tratados simultaneamente, arriscam-se a reinfetarem-se mutuamente quanto tiverem relações sexuais.
Quando nos é detetada uma IST, é importante utilizar o preservativo durante as relações sexuais e até ao fim do tratamento.
Foram ainda abordados alguns dos sintomas nos homens e nas mulheres que são causados por IST.
As principais infeções sexualmente transmissíveis (para além do VIH) são: Hepatite B, Herpes, Gonorreia, Clamídia, Sífilis, Micoses.
Os alunos estiveram muito interessados durante a formação e colocaram as questões que consideraram necessárias para se esclarecerem.

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